Tabula Rasa 2.0 //

Caro web 2.0, a festa acabou.

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Todo mundo já sabe da crise dos bancos, já se sabe todo, mas poucos se interessam aos efeitos nas empresas de tecnologia, e já que tecnologia é o meu ganha pão cotidiano resolvi fazer uma rápida busca no site do NASDAQ, só pra ver o andamento da festa… Bom parece mesmo que a festa acabou. Os gráficos demonstram uma flexão  de um ano para cá. Quero dizer a coisa vem de longe e vem se arrastando faz um tempo.

Só para conferir…

AMAZON

YAHOO

GOOGLE

como podem ver, as principais 3 da web estão em queda constante faz um ano. E se voces querem conferir outras empresas do mesmo setor a situação é a mesma. Agora quais as consequencias? Nesse artigo do Silicon Insider, jornal-blog tecnologico de tendência, o jornalista diz que por causa da flexão do 50% das ações Google a grana está curta e os acionistas reclamam do “desperdício” de tempo e de dinheiro em projetos eternamente beta , do 20% de tempo ocioso criativo dos funcionários, de investimentos baseados sobre apostas em tecnologias futuras. Isso quer dizer que Google não é mais um gigante imortal, mas como qualquer outra corporação deverá se submeter a tratamentos traumáticos como demissões para conter a folha de pagamento e apertar o cinto, e sobreutdo dar conta dos centavos gastos aos acionistas. Mesma historia para Amazon, Yahoo e cia 2.0. Agora se Google tem que apertar o cinto e os outros grande também, em que situação vão ficar as pequenas start-up 2.0 que tem por aí? È a lei da selva amigo, selva 2.0

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Historia das coisas.

October 11, 2008EconomiaNo Comments

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Cuidado, conteúdo altamente educativo, pode provocar surto de consciência ética. Se os sintomas persistirem dirija-se ao shopping center mais perto da sua casa.






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Bibliografia 2.0: Web 2.0, a strategy guide.

September 17, 2008Negócios, web 2.01 Comment

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Atualmente estou lendo esse livro muito interessante sobre negócios web 2.0.  O autor apresenta esse livro como um guia de sobrevivência para negócios 2.0 e uma serie de exemplos de sucesso. Em verdade esse livro é muito mais, é um estudo de casos, muito bem feitos e completos, sobre negócios web 2.0 e 1.0 comparando as diferencias das duas categorias, explicando em quais pontos deus certo e os motivos do fracasso de empresas web. Cita vários casos de sucesso, fazendo um estudo interessante do que levou essas experiencia ao sucesso. Entre as mais importantes tem:

Flickr, um modelo de negocio user-driven, que cria o próprio valor a partir da colaboração e da criação de conteúdo pelos usuários.

Google que fez dinheiro com um modelo baseado em data-mining, busca livre, e com uma serie de ferramentas web gratuitas que todo mundo pode utilizar.

FaceBook, a rede social nascida numa garagem que mais rapidamente cresceu até ter mais de 130 milhões de usuários.

Amazon, portal e-commerce que soube reinventar o comercio na web usando criatividade e disponibilizando varios serviços web para facilitar e publicizar a venda dos produtos.

Um livro muito bom para se inspirar e aprender.

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Nova tendência: social networks para bebes

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Essa de verdade eu não imaginava, um social network para bebês. Bom essa é a ultima novidade dos EUA. Os pais que cadastram o próprio bebê em comunidades virtuais, felizes de compartilhar com o mundo o primeiro arrotinho e as primeiras palavras do herdeiro. Existem alguns portais que nasceram de um ano para cá, TotSpot, Lil’Grams, Kidmondo para citar alguns, todos com cara web 2.0, integração de vários serviços, design lindo (respeitando padrões de usabilidade), cada um com a esperança de ser o Facebook dos bebês. A filosofia por trás dessa nova tendência é digitalizar e compartilhar a antiga prática dos álbuns de família, com a foto do “primeiro dia de escola”,”o primeiro dentinho”, claro, com muita tecnologia e tipos de mídias diferentes, mas afinal é toda um desculpa para colocar em contato os pais e ,quem sabe , trocar experiências, dicas, criar laços de amizades e companheirismo entre eles…

Claramente, como infância na web é um tema delicado, devido à pedofilia, os pais podem escolher níveis de acessos e permissões. Esses sites oferecem serviços pagos de impressão desses álbuns virtuais, para dar de presente aos vovôs não incluídos digitalmente.

Mas afinal tinha necessidade disso? Porque estão surgindo social networks tão especializadas? Google, Yahoo, Microsot, Facebook, Myspace construiram plataformas gerais e complexas que agora podem hospedar outras aplicações, de certa forma fechando o mercado. Será que as redes socias estão saturando-se?

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O caso da ponte entre Itália e Silicon Valley: un modelo de negócios.

September 4, 2008NegóciosNo Comments

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Gostaria de explicar, aos meus colegas brasileiros e aos amigos empresários (coluna mestre da economia brasileira), o que está acontecendo de interessante entre Itália e Silicon Valley. A verdadeira característica da fortuna da Silicon Valley, a meu ver, não é só tecnologia, mas o próprio modelo de negócios, baseado na coragem, na visão para o futuro e na meritocracia.

Tem um 50% de instinto para o dinheiro e um 50% de ciência e tecnologia, duas coisas em que os americanos são excelentes. Nesse ecossistema dinâmico existe uma componente italiana inesperada e desconhecida, mas em primeiro plano no quadro gerencial dessa economia 2.0 . Uma componente tão forte que surgiram bem três associações de “business-man” italianos bem sucedidos na Silicon Valley. Essas três associações tem como objetivo de exportar o modelo empresarial da Itália construindo um contato permanente entre a realidade americana e os pólos(muitos)  de excelência que existem na Itália, mas que não encontram a sorte que merecem. Vamos conhecer melhor essas associações:

Mind the Bridge

É uma associação nonprofit (ONG) com a participação voluntária de managers e top-managers italianos atuando na Silicon Valley. Os princípios de Mind the Bridge são  buscar talentos italianos, oferecer condições de implementação de projetos e compartilhar contatos de negócio. Tudo acontece ao redor de um evento anual. O site permite o contato para expor o próprio projeto às start-up americanas. Os projetos enviados são avaliados por um comitê de seleção, formado por 12 empresários e venture capitalist. Os vinte projetos escolhidos serão apresentados ao “Venture Camp”, evento anual que esse ano acontecerá em Veneza. Desse evento sairão  5-6 vencedores da seleção a serem apresentados na Silicon Valley aos venture capitalist americanos. Marco Marinucci, manager Google, e fundador da associação, explica que os autores dos projetos vencedores serão ajudados por mentores para que em  4-5 meses possam focar a idéia empresarial e escrever um business plan que possa ter maiores possibilidades de sucesso. Depois, disso haverá um encontro entre investidores e autores do projeto. O ano passado 55 projetos foram apresentados, desses, 5 foram implementados com sucesso. O site possui um blog onde é possível acompanhar esse processo.

SVIEC

SVIEC é um grupo interno da famosa  e poderosa NIAF(Fundação Naciaonal Italianos Americanos), composto por 300 personalidades italianas influentes no mundo hi-tech. O fundador é Jeff Capaccio, advogado. Essa fundação também visa a importar nos EUA idéias italianas. A cada ano fazem um evento que visa colocar em contato 30 graduados italianos em engenharia ou economia. Em duas semanas os estudantes visitam 15-20 empresas e participam a cursos e palestras. Alguns desses começam a estagiar e acabam fazendo a monografia de graduação em cima da realidade americana. Depois desse processo de aprendizagem muitos desses estagiários se tornarão manager bem treinados. O NIAF financia a iniciativa do SVIEC com U$ 1.000,00 (um milhão de dólares) para bolsas de estudo.

BAIA

BAIA (Business Association Italy America) é uma ONG com 5000 inscritos atuante em muitos ramos da tecnologia, não necessariamente informática, mas de outras áreas também. A abordagem dessa associação é baseado no modelo “open source”. A BAIA está aberta a todos  os indivíduos e  empresas interessados em promover negócios entre Itália e Estados Unidos. A partilha dos contatos e das notícias de oportunidade é a base dessa associação. BAIA não se define uma lobby política, nem como câmara de comércio, mas uma espécie de clube de amigos que participam de eventos e trocam informações ativamente.

Bom, falei de três associações, a primeira bem profissional, a ultima  bem amadora, mas sem duvida ressalta a força da união na conquista dos objetivos, e que nos negócios 2.0 tem espaço para todo mundo.

A única crítica que eu faço é que, se esse fervor dinâmico e criativo ocorresse na Itália, não precisaria da famosa “fuga de cérebros”, e que, por mais que os italianos se esforcem ativamente no campo dos negócios da Silicon Valley para promover a comunidade Italiana, o dinheiro americano vai ficar na América, ou melhor, nos EUA. Não seria mais interessante se os italianos desenvolvessem essas idéias na Itália?

A glória aos Italianos e o dinheiro aos Americanos?

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Hello world!

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Mais uma nova criatura digital nasceu, mais um blog a ser alimentado. Espero de ser a altura dessa missão, de alimentar essa criatura digital, ajudá-la a crescer, vê-la amadurecer e emfim, pegar o proprio rumo. È muita responsabilidade. Estou pronto e vocês sejam bem-vindos.